O Arsenal garantiu esta terça-feira um lugar nas meias-finais da Taça da Liga inglesa, ao eliminar em casa o Crystal Palace no desempate por grandes penalidades (8-7), após igualdade a um golo no tempo regulamentar, no fecho dos quartos de final.
No Emirates Stadium, os líderes isolados da Premier League estiveram muito perto de resolver a eliminatória nos 90 minutos. Aos 80, um autogolo de Maxence Lacroix, na sequência de um canto batido pelo suplente Bukayo Saka, colocou os 'gunners' em vantagem. No entanto, já em tempo de compensação (90+5), o capitão Marc Guéhi surgiu na área para devolver a esperança aos visitantes e forçar a decisão nas grandes penalidades.
Sem prolongamento previsto no regulamento da prova, o apuramento foi decidido apenas ao oitavo penálti. Depois de William Saliba converter o último remate do Arsenal — numa série imaculada dos londrinos —, Lacroix voltou a assumir protagonismo pela negativa, permitindo a defesa do guarda-redes Kepa Arrizabalaga e selando a eliminação do Crystal Palace.
Bicampeão da competição (1986/87 e 1992/93), o Arsenal vai agora defrontar nas meias-finais o Chelsea, cinco vezes vencedor da Taça da Liga, que assegurou o apuramento ao vencer fora o Cardiff City (3-1).
A outra vaga na final será discutida entre o Newcastle United, atual detentor do troféu, e o Manchester City, recordista recente da prova com oito conquistas. Nos 'quartos', os 'magpies' afastaram o Fulham, treinado pelo português Marco Silva, enquanto os 'citizens' superaram o Brentford.
As meias-finais da 66.ª edição da Taça da Liga inglesa serão disputadas a duas mãos, a 13 e 14 de janeiro e 3 e 4 de fevereiro de 2026, ficando a final agendada para 22 de março, no Estádio de Wembley, em Londres.
O treinador do Benfica, José Mourinho, considerou "merecida" a vitória por 1-0 frente ao Famalicão, esta segunda-feira, no Estádio da Luz, em jogo da 15.ª jornada da I Liga, sublinhando a maturidade competitiva da equipa num encontro exigente.
"Foi uma vitória difícil. Merecida, mas não bela", assumiu Mourinho, em declarações à Sport TV, explicando que o triunfo não nasceu do brilho ofensivo, mas da consistência coletiva. "Não foi uma vitória do talento nem da beleza do jogo que tivemos noutros momentos. Foi uma vitória do trabalho, da organização defensiva, do rigor e da humildade", frisou.
O técnico destacou ainda o valor do adversário, lembrando que o Famalicão chegava à Luz sem derrotas fora de casa nem golos sofridos como visitante. "Contra uma equipa boa, com jogadores bons. Se alguém podia ter feito mais golos, éramos nós, apesar de não termos feito um grande jogo ofensivamente. O Trubin praticamente não teve de intervir", analisou.
Questionado sobre a estratégia para explorar a profundidade, Mourinho reconheceu limitações pontuais, explicando as dinâmicas entre Pavlidis, Barreiro e Aursnes, mas reforçando a ideia central: "Quando não se joga muito bem, é preciso ser compacto, solidário e trabalhar bem. Hoje não empatámos, ganhámos".
O treinador revelou ainda que Tomás Araújo saiu por motivos de saúde. "Jogou doente, medicado. Ao intervalo já tinha sintomas mais fortes, com febre a subir. Tivemos de o tirar, mas entrou o António e a equipa manteve-se igual", explicou.
No final da partida, foi Gianluca Prestianni quem deu voz ao balneário encarnado. O jovem extremo destacou a importância do resultado no último jogo de 2025 na Luz. "Sabíamos que seria um jogo muito difícil, mas graças ao trabalho de toda a equipa e ao que fizemos durante a semana conquistámos os três pontos", afirmou.
Em bom momento individual, Prestianni falou também da evolução sob o comando de Mourinho. "Trabalho dia a dia para ter minutos e aproveitar as oportunidades. Nem sempre vai correr bem, mas os benfiquistas podem ficar tranquilos: vou dar sempre 200 por cento", garantiu, reforçando o compromisso com o clube.
A mensagem final foi dirigida aos adeptos: "Que desfrutem do Natal e desta vitória, que é para eles. Quando voltarmos, vamos a Braga e também tentaremos ganhar".
O presidente da SAD do Famalicão, Miguel Ribeiro, deixou duras críticas à arbitragem do encontro frente ao Benfica, no Estádio da Luz, que terminou com a vitória dos encarnados por 1-0, em jogo da I Liga.
Sem nunca mencionar diretamente o árbitro André Narciso, Miguel Ribeiro apontou o dedo ao lance do penálti assinalado após intervenção do VAR, numa falta sobre Nicolás Otamendi, decisão que acabou por ser determinante no desfecho da partida e que o dirigente comparou com o recente caso envolvendo Morten Hjulmand, no jogo entre Santa Clara e o Sporting.
"Começo pelo mais importante, que é desejar boas festas a todos e um ótimo ano de 2026. Entendo que o que vivemos aqui hoje é caso para ser estudado pelo IPMA. Assistimos a uma réplica do ciclone dos Açores", afirmou, com ironia, o dirigente famalicense, na zona mista da Luz.
Miguel Ribeiro lamentou ainda que um clube em clara afirmação no futebol português acabe prejudicado por decisões desta natureza. "Lamento que um clube que está a crescer, um treinador com uma proposta de jogo com qualidade, seja vítima dessa réplica. Estamos longe, mas será algo para ser estudado pelo IPMA, não encontro outra instituição para o fazer", acrescentou.
Apesar das críticas, o presidente da SAD fez questão de destacar o percurso da equipa minhota e o momento do clube. "Parabenizo a equipa do Famalicão pela qualidade do jogo e pelo crescimento. Orgulha-nos, deixa-nos felizes e expectantes para o que aí vem", sublinhou.
A fechar, deixou uma mensagem de união aos adeptos: "Os famalicenses estarão ao lado do Famalicão nos próximos anos", concluiu.
O Fulham, orientado pelo português Marco Silva, deu um passo importante na luta pela permanência na Premier League, ao bater o Nottingham Forest por 1-0, no encerramento da 17.ª jornada.
Em Craven Cottage, o jogo foi decidido já em tempo de compensação da primeira parte, quando Raúl Jiménez, antigo avançado do Benfica, converteu com sucesso uma grande penalidade, aos 45+5 minutos. O golo premiou uma primeira parte mais consistente dos londrinos e quebrou um jejum caseiro que durava há precisamente um mês.
Depois da eliminação nos quartos de final da Taça da Liga inglesa frente ao Newcastle, detentor do troféu, o Fulham respondeu de forma positiva, somando a segunda vitória consecutiva no campeonato. O conjunto de Marco Silva ascendeu ao 13.º lugar, com 23 pontos, os mesmos de Newcastle e Brentford.
A vantagem para a linha de água é agora confortável: são mais 10 pontos do que o West Ham, treinado por Nuno Espírito Santo, que ocupa o 18.º posto, o primeiro em zona de despromoção.
Já o Nottingham Forest voltou a sair derrotado e permanece numa posição delicada, no 17.º lugar, com 18 pontos. A equipa inglesa, que será adversária do Sporting de Braga na sétima jornada da fase de liga da Liga Europa, a 22 de janeiro de 2026, continua a sentir dificuldades na Premier League, depois de já ter passado por Portugal esta época para vencer o FC Porto (2-0), em outubro.
O FC Porto foi a Alverca vencer por 3-0 em partida da 15.ª jornada da I Liga 25/26. Num jogo sem muitas oportunidades de golo, a superioridade dos dragões foi vincada com dois golos (um deles um golaço) de Borja Sainz e outro de Alan Varela. Pelo meio, Diogo Costa manteve a baliza dos dragões a zeros com um par de excelentes intervenções
O treinador do Famalicão considerou que a derrota por 1-0 frente ao Benfica, no Estádio da Luz, não refletiu o equilíbrio exibido em campo, sublinhando a competitividade do encontro e o crescimento sustentado da equipa minhota, que sofreu a primeira derrota fora de casa na I Liga esta temporada.
"Foi um jogo que não acabou da forma como queríamos. O Benfica teve mais uma ou outra situação, mas foi um jogo competitivo, taticamente equilibrado, entre duas equipas bem organizadas do ponto de vista defensivo", analisou o técnico, admitindo que a eficácia fez a diferença. "Não definimos como devíamos na parte final para criar mais situações. O resultado podia ter sido equilibrado, seria mais justo, na minha opinião", reforçou.
O treinador destacou ainda o contexto do desafio e a identidade do Famalicão. "Foi um jogo extremamente competitivo entre duas equipas boas: um grande clube e um clube que quer ser grande, que trabalha todos os dias para ser melhor. Temos jovens que têm crescido do ponto de vista tático, técnico e mental, para chegar a estes jogos e lidar com tudo o que se joga dentro e fora do campo e continuar inteiro", sublinhou.
Questionado sobre as nuances táticas, explicou as adaptações feitas durante o encontro. "A nossa forma de estar tem muitos caminhos. O Benfica não quis abrir espaços, foi muito agressivo, saltou muito no homem a homem e no meio-espaço para impedir ligações. Sabia que não podia permitir ao Famalicão criar aqui na Luz. Em alguns momentos conseguimos chegar à finalização, mas não definimos quando podíamos", concluiu.
Também Gil Dias deu voz à frustração do balneário famalicense, assumindo que o jogo foi decidido num detalhe. "Jogámos olhos nos olhos com o Benfica. Tivemos momentos bons, eles também, e o jogo ficou decidido por um penálti. Ainda não vi se é ou não, mas é triste que um jogo destes acabe assim", afirmou o extremo, em declarações à BTV.
O jogador de 29 anos realçou a identidade da equipa e o percurso consistente dentro e fora de casa. "Somos uma equipa que quer jogar bom futebol e temos vindo a prová-lo. Viemos aqui e fizemos um jogo olhos nos olhos. Ficou 1-0, devia ter ficado 1-1, mas vamos satisfeitos com a nossa situação", acrescentou.
Por fim, Gil Dias recordou a passagem pelo Benfica, em 2020/21, sem esconder o simbolismo do regresso à Luz. "É sempre um orgulho voltar aqui, mas agora estou no Famalicão. Sinto que sou mais um do Famalicão e isso é o mais importante para mim", rematou.
O Casa Pia venceu este domingo no reduto do Tondela por 1-2, em encontro respeitante à 15ª jornada da Primeira Liga.
A equipa da casa adiantou-se no marcador por intermédio de Ivan Cavaleiro no arranque da segunda parte, através de uma grande penalidade.
Contudo, os casapianos reagiram de pronto e conseguiram dar a volta ao marcador, graças aos golos de Larrazabal e Nhaga.
https://vsports.pt/vod/117839/m/25352/sinforma/19435eee9fbfda5b0be6569755c34b9e">Vídeo: Veja a vitória do Casa Pia em Tondela
Começou este domingo a Taça das Nações Africanas com o anfitrião Marrocos a vencer a seleção de Comores por 2-0, em partida referente ao grupo A.
Tal como se esperava, a seleção marroquina assumiu o controlo da partida desde o apito inicial, tendo beneficiado de uma grande penalidade, mas Soufiane Rahimi acabou por permitir a defesa de Yannick Pandor.
Até ao final da primeira parte, Marrocos dispôs de boas oportunidades para marcar, contudo o marcador ao intervalo registava um nulo.
O golo da seleção anfitriã acabou mesmo por chegar aos 55 minutos; Brahim Díaz, já dentro da área, rematou de pé direito para fazer ohttps://x.com/lbertozzi/status/2002867737216061494"> primeiro da partida.
Apesar de ter estado perto de sofrer o golo do empate, os "Leões do Atlas" acabaram por sentenciar a partida aos 74 minutos com o melhor golo da noite.
Passe para o interior da área e o avançado Ayoub El Kaabi a voar para fazer o 2-0 através de um https://x.com/theo_sampah/status/2002868614580650448">fantástico pontapé de bicicleta.
Santa Clara e Arouca empataram a zero este domingo à noite, em partida relativa à 15ª jornada realizada em São Miguel, nos Açores.
Numa partida jogada sempre com pouca intensidade, as oportunidades foram raras; na primeira parte, apenas há a mencionar duas iniciativas dos açorianos, e um remate de Trezza do lado arouquense para amostra.
Na segunda parte os forasteiros estenderam-se um pouco mais no relvado, todavia, o ritmo baixo foi uma constante, impedindo a criação de grandes oportunidades.
Foi preciso esperar pelos últimos minutos para ver lances de verdadeiro perigo junto das balizas. Gabriel Silva cabeceou ligeiramente ao lado e Gozalbez atirou com estrondo ao poste após jogada individual.
Com este resultado o Arouca ocupa o 16º lugar com 13 pontos, enquanto que o Santa Clara está no 13º posto com 16.
O Corinthians conquistou este domingo a Copa do Brasil ao vencer o Vasco da Gama por 2-1, em jogo da segunda-mão da final da prova.
Depois do empate a zero no primeiro jogo, os paulistas entraram melhor na partida realizada no Maracanã, inaugurando o marcador por Yuri Alberto aos 19 minutos.
Contudo os vascaínos conseguiram responder ainda antes do intervalo; aos 41 minutos o cruzamento de Gomez encontrou Nuno Moreira que de cabeça fez a igualdade.
Foi a primeira vez que um jogador não sul-americano marcou numa final da Copa do Brasil, contudo não foi o único a fazê-lo.
Aos 62 minutos, Yuri Alberto serviu Memphis Depay, que fez facilmente o 2-1, dando assim a vitória e o troféu ao clube paulista, 16 anos depois da última conquista.